quarta-feira, 21 de março de 2012

ALTERAR PARA A HORA DE VERÃO ...


reveil.gif (47814 bytes)A hora de Verão começa Domingo, 25 de Março de 2012, às 01:00h.


Nesta altura deverás adiantar o relógio 1 hora.

Deita-te cedo, afinal é menos uma hora de soninho :)

Adoro domingo - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5

Dia Mundial da Floresta e o Dia da Árvore



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21 de Março
A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.

A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pala primeira vez a 9 de Março de 1913.

Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.

Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.
 


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PROTEGE AS FLORESTAS, ELAS SÃO OS NOSSOS PULMÕES!!!

Visita de estudo ...

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Eram quase nove horas e lá partimos nós, alunos dos quintos e sextos anos, acompanhados das suas professoras de Ciências da Natureza e Matemática e restantes convidados, a caminho de Sintra. Entusiasmados pela companhia dos colegas, cantarolaram no autocarro durante todo o caminho e a música que mais gostaram foi a intitulada "Oh stora!"
Gifs Animados de Autocarros

Chegados ao Largo Rainha Dona Amélia - Sintra, mesmo em frente ao Palácio Nacional, começou a nossa exploração.

Os alunos do sexto ano entusiasmados, aguardaram a sua visita guiada ao palácio e os alunos dos quintos anos, subiram a encosta rumo ao parque botânico, conhecido por parque das merendas de Sintra.



Aqui os alunos desfrutaram de um ambiente aprazível, com um enquadramento paisagístico extraordinário e “vistas de perder de vista”, tendo mais de meio milhar de árvores de grande porte e de médio porte por companhia, à sombra das quais fizeram  uma merenda, descansaram e conviveram, um parque de zona protegida, onde os nossos alunos aplicaram  as regras que aprenderam sobre como saber estar nestes locais.


                                

No parque existia uma pequena estufa com algumas espécies de plantas. Foram, ainda, observadas casas-ninho de nidificação das aves (chapim-azul, trepadeira comum, carriça e pica-pau malhado). Além disto exsitem neste parque, segundo a informação da CMS Essências arbóreas do Parque das Merendas e número total de exemplares por espécie:
• Acácia (Acacia dealbata) - 1
• Acácia (Acacia melanoxylon) – 41
• Ácer (Acer campestre) –2
• Ácer (Acer pseudoplatanus) – 18
• Castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum) – 3
• Medronheiro (Arbutus unedo) – 4
• Castanheiro (Castanea sativa) – 84
• Cedro (Cedrus spp.) – 1
• Camaeciparis (Chamaecyparis lawsoniana) – 18
• Cipreste-do-buçaco (Cupressus lusitanica) – 6
• Eucalipto (Eucalyptus globulus) – 13
• Figueira (Ficus carica) – 4
• (Não é possível a identificação) – 14
• Pinheiro (Pinus pinaster) –6
• Pinheiro (Pinus pinea) – 3
• Pitosporo (Pittosporum undulatum) – 146
• Plátano (Platanus acerifolia) – 12
• Carvalho (Quercus spp) – 2
• Carrasco (Quercus coccifera) –5
• Carvalho (Quercus pyrenaica) – 45
• Carvalho (Quercus robur) – 46
• Carvalho (Quercus suber) – 41
• Robinia (Robinia pseudoacacia) – 1
• Sequóia (Sequoia sempervirens) – 1
• Tuia (Thuja plicata) - 32


No cimo do parque era bem visível o castelo dos Mouros...

e à nossa volta existiam uma variedade de monumentos históricos.

Terminada a visita e o almoço, eis que chegam os nossos companheiros de viagem do sexto ano, acabadinhos de chegar da sua visita ao palácio e desejosos da sua merenda
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sinal dado, que é a nossa vez de visitar o palácio nacional de Sintra. Agora fomos mais contentes, de barriguinha cheia, e também porque agora o caminho é a descer, se bem que a calçada portuguesa era bastante deslizante eh! eh! eh! Ainda bem que fomos devagarinho.

Eis a nossa segunda visita.....
  Aqui o serviço educativo do palácio nacional de Sintra, ofereceu uma visita guiada focando alguns temas em que se podem destacar oito séculos de existência do Palácio (período joanino, manuelino ou sobre azulejaria).
  Foi possivel observar vários azulejos de origem árabe, com diversos padrões geométricos e outros já implementados pelos cristãos, sendo estes mais de desenhos sobre histórias da época.


Azulejos alicatados



Cansaditos, mas com vontade de voltar a visitar outros pontos de interesse em Sintra, eis que nos reunimos e regressámos à nossa escola.
 Gifs Animados de Autocarros

Alguns testemunhos dos nossos alunos:

"Primeiro fomos ao parque das merendas. Lá haviam várias plantas, umas mais raras que outras. Parecia mesmo uma selva, até dava para sentir o ar puro. Depois fomos ao Palácio de Sintra, onde vimos onde os Reis dormiram, iam à casa de banho, vimos quadros e muitas coisas valiosas..... até vimos o quarto onde um dos Reis foi preso e morreu". Nádia 5ºB

".....das janelas do Palácio dava para ver outros palácios...no Palácio também havia uns azulejos nas paredes com formas geométricas, que eram dos Mouros e em cima uma flor em forma de milho, que é o símbolo do rei cristão, a flor de lis..." Belga 5ºB

" Quando cheguei ao parque vi tantas flores tão bonitas, mas haviam umas que eu nunca tinha visto...." .....depois fomos no palácio ver as cozinhas, vimos umas grandes panelas e duas chaminés...." Jéssica 5ºB

" O palácio nacional de Sintra é muito bonito, vi o quarto do Rei Afonso Henriques..." Audília 5ºB

" No parque das merendas há muitas árvores e flores que eu nunca vi e um castelo dos Mouros que situava-se no cimo do parque natural. Haviam umas casas de pássaros e dai dava para ver um outro castelo. No palácio nacional há cadeiras e mesas muito antigas... fomos para salas de pessoas muito importantes e vimos o quarto do Rei e armários dos Reis onde els guardavam as suas coisas importantes, feitos pelos Indianos. Fomos a uma sala muito bonita que tinha no teto um símbolo da Bandeira Portuguesa. Também vimos onde foi preso um Rei e foi onde ele morreu. Vimos uma casa de brincar feita pelos chineses..." Olegário 5ºB




CLUBE DAS CIÊNCIAS

Nas últimas semanas foram realizadas diversas atividades no Clube das Ciências tais como: Copo Colorido; Magia com Chama; É duro ou mole?


Copo Colorido
Material
Reagentes
3 Gobelés
1 proveta
Corantes alimentares
Óleo alimentar
Glicerina
Álcool etílico
Água
Procedimento
1.     Mede 25 ml de água numa proveta.
2.    Marca o nível da água na proveta.
3.    Deita a água da proveta para um gobelé.
4.    Deita glicerina na proveta até ao nível que marcaste. Cuidado para não sujares as paredes do copo.
5.    Deita 1 gota de corante alimentar na água e verte a água (com o corante) para a proveta.
6.    Acrescenta 25 ml de óleo na proveta.
7.    Deita 25 ml de álcool etílico num gobelé vazio e limpo.
8.    Coloca 1 gota de corante alimentar (diferente do da água, por exemplo, vermelho).
9.    Verte, com cuidado e muito lentamente, o álcool etílico para a proveta.
Explicação

As substâncias têm densidades diferentes e que umas são mais densas que outras, isto é, “mais pesadas que outras”. Por outras palavras, as substâncias mais densas têm mais partículas no mesmo volume que as menos densas. É por isso que as mais densas ficam sempre por debaixo das menos densas.

Magia com Chama

Atividade 1 – Fósforos em Estrela
Material
  • 5 fósforos
  • Conta gotas
  • Água
Procedimento
1.   Parte os 5 fósforos ao meio, mas tem atenção para não os partires completamente, para não os separares.
2.  Coloca os fósforos numa superfície plana e forma um círculo. Os fósforos devem ficar lado a lado, com os lados partidos virados para o centro.
3.  Deixa cair algumas gotas de água no meio do círculo com a pipeta conta gotas e observa o que acontece.
Explicação
Reparaste que os fósforos moveram-se e formaram uma estrela. A madeira dos fósforos está seca o que implica que existam espaços vazios nas suas células. Por capilaridade a água é sugada para esses espaços vazios. Quando partiste o fósforo os espaços entre as células foram comprimidos no local onde o fósforo ficou dobrado. À medida que a água entra nas células esta faz pressão no seu interior para que a madeira se expanda e volte à posição original. Quando a pressão de um fluido aumenta dentro de um objecto faz com que esse objeto assuma uma nova forma, chamamos de turgidez. A turgidez faz com que as células dos fósforos os endireitem e formem uma estrela.
 
Atividade 2 – Mistério das três velas
Material
  • 3 velas
  • 1 frasco de vidro
  • Fósforos
Procedimento

  1. Cola na tampa do frasco três velas de diferentes alturas.
  2. Acende as velas com um fósforo.
  3. Coloca o frasco de vidro na tampa e enrosca-o.
  4. Qual das velas se apaga primeiro? Observa.

Explicação

À medida que o oxigénio é consumido pela combustão da chama as velas apagam-se?
O gás dióxido de carbono proveniente da combustão está aquecido, e devido a sua temperatura elevada ele é menos denso que o restante dos gases no recipiente, ficando na parte superior. Assim, a ordem de extinção das chamas é: a vela maior, seguida da intermediária e por fim a menor!




quinta-feira, 1 de março de 2012

Tolerância zero à mutilação genital feminina







       O dia 6 de Fevereiro marca o Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, foi escolhido para denunciar esta prática que ainda existe em pelo menos 28 países de África e do Médio Oriente, como ainda na Ásia e em comunidades emigrantes na Europa, América do Norte e Austrália.

                                                             http://lumeear.blogspot.com/2011/07/africa-quer-banir-mutilacaogenital.html

  
        O que é?

         A Mutilação Genital Feminina (sigla MGF), termo que descreve esse ato com maior exatidão, é vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. É uma pratica realizada em vários países principalmente da África e da Ásia, que consiste na amputação do clitóris da mulher de modo a que esta não possa sentir prazer durante o ato sexual. Embora acredita-se que esta prática seja muçulmana, em nada está fundamentada religiosamente, tendo em vista que os adices em que tentam conectar a prática ao Islão são fracos, sendo assim, esta prática não é adotada nos países onde a sharia é fortemente estudada. Esta prática não tem nada em comum com a Circuncisão Masculina. Segundo essa tradição, pais bem-intencionados providenciam a remoção do clitóris das suas filhas pré-adolescentes, e até mesmo dos lábios vaginais. Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clitóris.

                                                         Testemunhos

         “Sofri mutilação genital feminina aos dez anos. A minha defunta avó disse-me então que me iam levar perto do rio para executar uma espécie de cerimónia, e que depois me dariam muita comida. Como criança inocente que era, lá fui como uma ovelha para a matança. Mal entrei no arbusto secreto, levaram-me para um quarto muito escuro e tiraram-me as roupas. Vendaram-me os olhos e despiram-me completamente. Depois, duas mulheres fortes levaram-me para o local onde seria a operação. Quatro mulheres com força obrigaram-me a deitar-me de costas, duas apertando-me uma perna cada uma. Outra mulher sentou-se sobre o meu peito para eu não mexer a parte de cima do meu corpo. Um bocado de tecido foi-me posto dentro da boca para eu não gritar. Depois raparam-me os pelos. Quando começou a operação debati-me imenso. A dor era terrível e insuportável. Enquanto me debatia cortaram-me e perdi sangue. Todos os que fizeram parte da operação estavam meios bêbados. Outros estavam a dançar e a cantar, e ainda pior, estavam nus. Fui mutilada com um canivete rombo. Depois da operação, ninguém me podia ajudar a andar. O que me puseram na ferida cheirava mal e doía. Estes foram momentos terríveis para mim. Cada vez que queria urinar, era forçada a estar em pé. A urina espalhava-se pela ferida e causava de novo a dor inicial. Às vezes tinha de me forçar a não urinar, com medo da dor terrível. Não me anestesiaram durante a operação, nem me deram antibióticos contra infeções. Depois, tive uma hemorragia e fiquei anémica. A culpa foi atribuída à feitiçaria. Sofri durante muito tempo de infeções vaginais agudas.”
Hannah Koroma, Serra Leoa.



Efeitos

           Os efeitos da MGF podem, como acima referido, levar à morte. Na maioria dos casos, os efeitos consistem em infeções crónicas, sangrar intermitentemente, abcessos e pequenos tumores benignos no nervo, causando desconforto e extrema dor. A infibulação pode ter efeitos mais duradouros e mais graves, incluindo: infeção crónica do trato urinário, pedras na vesícula e uretra, danos aos rins, infeções no trato reprodutor devido a obstruções do fluxo menstrual, infeções pélvicas, infertilidade, e tecido excessivo da cicatriz. Durante o parto, o tecido cicatrizado existente nas mulheres mutiladas pode romper. Mulheres infibuladas, que têm os lábios vaginais fechados, têm de ser cortadas para deixarem espaço para a criança nascer. Depois do parto, têm de voltar a ser “fechadas” para assegurar o prazer dos maridos. 
  
           Efeitos sobre a sexualidade?

   A MGF pode tornar a primeira relação sexual da mulher muito dolorosa, sendo mesmo perigosa no caso de a mulher sofrer um corte aberto. Em certos casos, as relações sexuais das mulheres continuam dolorosas ao longo da vida.

          Efeitos psicológicos?
 
         Os efeitos psicológicos da MGF são mais difíceis de investigar do que os efeitos físicos. Alguns destes efeitos incluem ansiedade, terror, humilhação e traição, todos dos quais terão possíveis efeitos de longa duração. Alguns especialistas sugerem que o choque e trauma da “operação” podem contribuir para os comportamentos “mais calmos” e “dóceis”, considerados características positivas em sociedades que praticam MGF.
Adicionalmente, quando ocorrem problemas, estes são raramente atribuídos às pessoas que executam a operação. Na maioria dos casos, a suposta “promiscuidade” das raparigas é considerada a causa. Estas acusações podem aumentar os sentimentos de culpa, de humilhação e ansiedade destas raparigas.

  

Governo português admite aumentar punição contra mutilação genital feminina


      Peço desculpa pelas imagens chocantes no video, mas chocante é a continuidade desta prática  ridícula, vergonhosa e ultrapassada. É um verdadeiro atentado às crianças do nosso Mundo.
     Não permitas que te aconteça, denuncia qualquer situação que conheças, diz NÃO!!!
       É importante referir que à luz da lei penal portuguesa, esta prática é punível com pena de prisão entre 2 a 10 anos, uma vez que, segundo o artigo 144.º da revisão ao Código Penal de 4 de Setembro de 2007, é considerada ofensa à integridade física agravada.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

CLUBE DAS CIENCIAS

Hoje realizou-se mais uma divertida atividade no Clube das Ciencias intitulada:

"Balao Sugado"


   Material
  • 1 balão
  • 1 garrafa
  • 1 pinça
  • 1 lamparina
  • 1 tripé
  • 1 rede
  • 1 colher
  • Água
    Procedimento

    1.   Deita, aproximadamente, uma colher de água na garrafa vazia.
    2.  Aquece a água da garrafa, com a ajuda da lamparina de álcool.
    3.  Deixa a água estar, durante dois minutos, em ebulição. (a garrafa vai estar muito quente e cheia de vapor no seu interior, por isso tem CUIDADO!)
    4.  Com a ajuda da pinça, retira a garrafa do aquecimento. (CUIDADO com as mãos, o vidro está muito quente)
    5.  Com muito cuidado, para não te queimares, coloca o balão no gargalo da garrafa. (o balão deve ser colocado perfeitamente na vertical).
    6.  Agora, deixa a garrafa arrefecer ao ar ambiente. (se quiseres acelerar o processo, podes adicionar água às paredes da garrafa. Adiciona água aos poucos, porque a garrafa pode partir devido à variação brusca de temperatura).
    7.   Aguarda e observa o que acontece ao balão.

   Explicação

 Quando se aqueceu a água da garrafa, a sua temperatura foi aumentando, lentamente, até à temperatura de ebulição. Ao deixar a água em ebulição, durante algum tempo, o vapor gerado vai ocupar, praticamente, todo o volume interior da garrafa. O balão é então colocado, com o intuito de acompanhar a evolução da condensação do vapor. Com o decorrer do tempo, a temperatura no interior da garrafa vai decrescendo, fazendo com que o vapor condense. A temperatura no interior da garrafa vai ser inferior à de ebulição da água. À medida que o vapor vai condensando, o balão vai ocupando o volume que o vapor ocupava (compensar a diminuição de pressão). O balão continua a ser sugado até que se estabeleça um equilíbrio entre o vapor e líquido, presentes no interior da garrafa. Esta experiência é prova evidente de que um gás ocupa maior volume do que um líquido.